"Sonho é destino". "Dream is destiny". You do it to yourself, you do, and that's what really 'happens'. "Tudo que não invento é falso."

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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Poema em cheque

Poema em cheque

Usa fraque, sobe o deque
A sentir
Desce o remo, rumo à proa
A nadar
Calca o baque, solta o barco
A fugir
Move o corpo, vale a mente
A viajar
Vai embora, sem destino
A seguir

Pousa em Poa, encontra a amiga
A beber
Convida-a ao Rio, segue o fluxo
A guiar
Volta ao caos, vence a conta
A pagar
Acorda e escreve tal poema
A ler
Sonha o mundo, vive a vida
A valer!

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Sentido social

 Há desaparecimento da cultura com o mundo globalizado?


Textos revistos...




" Há a alegação de que o Estado liberal perdeu sua casca étnico-particularista e emergiu em sua forma cívica, universalista e culturalmente purificada. A Grã-Bretanha, entretanto, como todos os nacionalismos cívicos, não é apenas uma entidade soberana em termos políticos e territoriais , mas é também uma comunidade imaginada: parafraseando Spivak, o fato de um norte-americano ler no café-da-manhã um jornal em língua europeia (inglês), com fontes (alfabeto arábico) do Oriente Médio, com notícias sobre a China, de um autor do Brasil, o faz se sentir orgulhoso de ser tipicamente americano e ter a cultura superior da América." Aspas para mim e para Spivak.



 Temos que a normatividade é um problema para Habermas, assim como o não reconhecimento e não legitimidade do outro; já para Spivak a própria ideia de existência criada do outro parece um problema, pois atesta-se que o outro foi criado, inventado, a partir de um sujeito anterior, sujeito este que tem a legitimidade, tanto buscada em Habermas no Estado de Direito, como eurocêntrica, e a isso Spivak atribuiria também o problema de Foucault e da intelectualidade que subsume a ideologia, tratando apenas da instituição do outro, da normatividade via discurso: a instituição do outro o menoscaba. Há o relacionamento entre os textos de Sahlins, Ulf  e Hannerz.



 Simplesmente, liga-se aos textos dos antropólogos Shalins e Hanerz o de Spivak quando esta cita Marx tratando da indivisibilidade dos sujeitos como sendo algo problemático: " Meu argumento é que Marx não está trabalhando para criar um sujeito indivisível, no qual o desejo e o interesse coincidem. A consciência de classe não opera com esse objetivo. Tanto na área econômica (capitalista) quanto na política (agente histórico-mundial), Marx é compelido a construir modelos de um sujeito dividido e deslocado cujas partes não são contínuas nem coerentes entre si...". Pois, o sujeito pós-colonial, que agora busca refazer, recontar a história, atuando enquanto sujeito de fato, é ele todo globalizado (Spivak vem da Índia e Hall de .... mas ambos migram para o centro de poder do mundo, Europa e Estados Unidos) e ainda assim resguardam(-se) em sua psiqué e (em) seu "ethos"(,) sua cultura. Portanto, a cultura, longe de desaparecer, estaria ganhando força com o mundo globalizado, que se torna transcultural, indigeneizado...




 "Fluxos”, “limites” e “híbridos” são as palavras-chave. Mais ou menos como transcultura, multicultura ou teoria das culturas globalizadas, transnacionais, do texto do Sahlins, obviamente tem-se de fazer esta distinção e comparar com Spivak. E vimos semelhanças quanto ao problema atestado de Spivak do "locus" de quem discursa, e estas semelhanças haveria entre todos os autores com exceção talvez de Hall, porque ele já é um autor local, do mundo pós-colonial, e que superando, no termo hegeliano, a questão do locus de quem discursa, trata de afirmar a questão do multiculturalismo como sendo primado da globalização e, ao mesmo tempo, advindo do ninho do engalfinhamento capitalista, o qual tudo detém para si sobre a forma do domínio dos meios, seja de produção de cultura, de valores éticos e étnicos, de poder, de bens.




 É possível falar também de micro à macro política em Foucault, Spivak e outros... e dos antecedentes históricos que marcam o multiculturalismo...



 Ligam-se o problema da sobredeterminação econômica proto-marxista, capitalista, a questão da cultura, e do multiculturalismo... e daí Hall viria com o Estado de Direito como algo que tem de reconhecer o outro, garantir sua existência, além do problema da diáspora, que segundo os antropólogos Sahlins e Hannerz, não existe, pois o transcultural subsumiria isto, - ao meu entender, pois conecto a isto também o fato de que Hall e Spivak praticaram a diáspora rumo a Europa e EUA: falam a partir de locais de poder, e as suas críticas às diásporas são constitutivas de seus trabalhos.



 Cultura é : todos os processos da vida comum: hall no-lo afirmaria. Portanto o (seu) caráter não é mono, mas processual. Mas hall, em contrário a Sahlins, acha que há uma tendência à homogeneização das culturas com a globalização, e, ao mesmo tempo, fortalece(imento) (d)a diferenças ou elementos diferenciadores no interior das sociedades...




 Daí seria falso o argumento de que a cultura estaria desaparecendo pela globalização, outrossim, ela poderia estar se reforçando, na micropolítica, nas mentes de jovens que migram mas mantém o desejo - que não é agenciado pelo colonizador- de retorno à terra de origem, aproveitando-se das vantagens do capitalismo (ganho de dinheiro e bens, poder e status, para se reforçar dentro do clã, sendo admirado como herois das lendas ao retornar À Indonésia após fazer dinheiro no mundo europeu).




Hall



Hall distingue multicultural e multiculturalismo: o primeiro é usado no plural, é um termo qualificativo, descreve características sociais e problemas de governabilidade nas quais várias comunidades culturais convivem e tentam construir uma vida comum, ao mesmo tempo em que tentam reter sua identidade "original". O multiculturalismo é algo substantivo. É usado no singular. E trata-se da doutrina ou das estratégias e filosofias e políticas específicas usadas para dirimir, governar ou administrar problemas de diversidade e multiplicidade geradas pelas sociedades multiculturais.



" Sri Lanka, frança, Nigéria... são sociedades multiculturais, EUA, GB, de forma bastantes distinta, são multiculturais. Entretanto, todos são por definição, culturalmente heterogêneos. E o paradoxo: O estado moderno tende a homogeinização cultural...organizada em em torno de valores universais,seculares e individualistas liberais..."



Sobre globalização.



 De fato, entre seus efeitos inesperados estão as formações subalternas e as tendências emergentes que escapam a seu controle, mas que ela tenta homogeneizar ou atrelar a seus propósitos mais amplos (seja lá quais forem...). É um sistema de con-formação da diferença, em vez de obliteração da diferença, citando-o.



Essa formação implica a necessidade de um modelo mais discursivo para as estratégias de de resistência, ou contra-estratégias.



 Da proliferação subalterna da diferença.



 É um paradoxo da globalização contemporânea o fato de que, culturalmente, as coisas pareçam mais ou menos semelhantes entre si (a americanização da cultura, p.ex.) e ao mesmo tempo há a proliferação das diferenças. O eixo vertical do poder cultural, econômico e tecnológico está compensado por conexões laterais, o que cria uma visão de mundo composta por diferenças locais, as quais o globo-vertical é obrigado a considerar. Há differance e determinações em termos relacionais... Mas há o papel do Estado...



Papel do Estado.



 A neutralidade do Estado funciona apenas quando se pressupõe uma homogeneidade cultural ampla entre os governados. Essa presunção fundamentou as democracias liberais ocidentais até recentemente. Sob as novas condições multiculturais, entretanto, essa premissa parece cada vez menos válida.



 Repetindo, a alegação é de que o Estado liberal perdeu sua casca étnico-particularista e emergiu em sua forma cívica, universalista e culturalmente purificada. A Grã-Bretanha, entretanto, como todos os nacionalismos cívicos, não é apenas uma entidade soberana em termos políticos e territoriais, mas é também uma comunidade imaginada: parafraseando Spivak, o fato de um americano ler no café da manhã um jornal em língua europeia (inglês), com fontes (alfabeto arábico) do Oriente Médio, com notícias sobre a China, de um autor do Brasil, o faz se sentir orgulhoso de ser tipicamente americano e ter a cultura superior da América. E produzir e reproduzir "sua cultura" é a tônica invariante.




 Quer dizer, de nada adianta a produção sem inter-esse dos consumidores, dotados de cultura: conhecimento próprio, significado próprio, contato. Pois, caso assim seja, há esvaziamento de sentido e não há porque produzir sequer um xampú, um café ou uma bola de futebol.  Os erros devêm.


Assim,  o esboço de artigo é o paradoxo intencional: sem a conexão dos conhecimentos não se produz sentido. Sem o estudo do sentido não se produz progresso. Sem o significado do progresso não se produz valor. Sem valor não há moral, ética ou interesse. Sem tais itens humanos, sem interesse, não há sentimento. Sem sentimento nos tornamos máquinas. Sendo máquinas não vivemos. Sem vida só resta a morte. Mas mesmo a morte vazia seria também inócua. Por isso o significado das ações, que criam valor, conhecimento, cultura, sentimento e interesse devem entender o organizar da produção. Do sistema de produção. As ciências sociais estudam isso. Esses valores humanos. Sem organização da produção com sentido de valores, nos tornamos autômatos presos no paradoxo supraescrito.


E assim, apenas produzir por produzir gera alienação. Alienação é não diferenciação do objeto. E o que diferencia o humano dos demais animais é este "reconhecimento no espelho", a diferenciação para com o objeto criado por ele mesmo. Isso é básico nas ciências sociais. O animal que não se diferencia do objeto produzido não tem diferença com relação a ele. E daí pode ser manipulado como ele... Como se conduz um cavalo...ou a tal manada... 


A crítica das humanidades, das ciências humanas é não se tornar escravo dos desejos e tampouco do conhecimento de sentido adotado. Logo, antes de tudo é preciso produzir sentido. Quando o sentido não é dogmático(religioso) ele tem de ser adotado, produzido. Isso implica em filosofia e religião. E como foi subentendido, as ciências sociais (geografia, história, filosofia, economia, direito, antropologia, ciência política) tentam minimamente compreender o sentido que se está criando, retomando a verdade ontológica: "eu sou". Se sou, o que me diz que sou? (filosofia) Qual o sentido do e onde estou no tempo? (geografia e história) O que consumo?(economia) O que faço em contato com as pessoas?(sociologia) o que me diferencia ou iguala dos/ aos demais? (antropologia) Quem manda em mim? quem eu obedeço? (ciência política) O que posso fazer? (direito) etc etc são questões que tratam do ser. Do sentido. Pois, sem crítica, critério, sentido, ou volição chegamos ao mundo hobbesiano, onde a natureza comanda. E não há regras, ordem, poder, valor a não ser a luta de todos contra todos. Logo, não há sociedade. Não há interesse em sociedade. Lembrando que inter-esse é amor. É o ser (essere),  intermediário latino. É o amor que faz o diálogo possível, pois concilia os seres diferenciados nos níveis de existência. Que se comunicam. Que comunicam sentido. Sem comunicação de sentido, não é possivel a sociedade. Por isso tudo vejo com bons olhos que haja mais interesse em trocas de sentido. Como diria Marcel Mauss, a troca funda a sociedade. Há troca de sentido, daí valores, daí bens, e até esposas/os. Daí a sociedade organizada.


Finalmente, e para quem ainda tem paciência, a obediência é a fundição do sentido. É que em tais trocas epistêmicas a obediência prevalece. Se ainda faz algum sentido o lema positivista da bandeira, para um país como o nosso obter mais ordem e mais progresso, é preciso a dominância da obediência. Que só é conhecida na troca de conhecimento das ciências humanas, sociais. Quem não detiver este timão não pode ir à lugar algum. O tal primeiro mundo é simplesmente isso. Já alcançaram o nível da abstração. Nós parecemos que não, mas não nos diferenciamos. O parecer em escala platônica é abaixo do ser. Do existir. A luta do país não a-toa é pelo existir. Isso pode explicar nossa violência quotidiana.



4 / 7 / 2018 

4 de julho de 2018

palavras-chave: diferença, étnico, culturalismo, multiculturalismo, "developman", híbridos, fluxos, fronteiras, indigeneização, transcultural, globalizado, cultura, pós-colonialismo, anticolonialismo em hall, subcultura, colonialismo, normatividade, sobredeterminação econômica, minorias, afirmação histórica, outro, sujeito, monoculturalismo, epistemes, modernidade tardia, redes, transnacional, imperialismo, homogeneização, lugar, origem, ressignificado, renegociação, fragmentação, crise de identidades, termo sob rasura, tradição x tradução, hibridismo, posição hifenizada, pós-nacional, reconfiguração,

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Convite



Da Terrinha vem a felicidade.
Estou a par da parte que me toca.
E cheio de não-me-toques.
Sinto-me partido, esmerilhando-me.
Quero me aproximar de ti.
Quero-te próxima
E, no entanto, ajo com timidez.

Mas acredito em coincidências,
Sem barreiras,
Com barreiras.
Sem fronteiras.
Com submarinos atravessamos o gelo.
Sem subliminares, trocamos os números

E com a virtualidade estamos sempre a um toque.
Porém, retomando, sinto frio.
Talvez o coração frágil.
Talvez o tempo do Rio!
Aposto no arrepio!
Na pele roçando tátil...
Nas bocas tocando, nos lábios...
Nas mãos, nos olhos mútuos...

Assim, à distância virtual, talvez não entenda.
Então, remeto o convite à carne.
Um jantar, um almoço, quem sabe?
Uma pizza, um vinho, um espinafre!
Aceita? Que dia é melhor pra você?
Em qual lado da ponte te vejo?
Ou quem sabe um sorvete no sábado após a tempestade?


18-6-18

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Autoexame

Autoexame

O meu banho é pura filosofia:
penso nas coisas-da-vida, nas festas do dia-à-noite
Noite adentro afora a hora à forra

Meu banho é alta lógica popular
vislumbro o silogismo do gato
o pulo do fato, e o tempero da janta

o meu banho é extremamente intelectual
penso nas coisas banais, nos pregos pra fora

Meu banho é poesia concreta
penso na chuva torta no telhado fazendo seresta

O meu banho é arte medieval
metade do tempo passo nele ajeitando arestas
matando as mosquinhas do azulejo, lavando o quotidiano

Meu banho é um solilóquio de Shakespeare
penso se existe o nada e na profundeza do espaço
e ao mesmo tempo concluo o sabonete

O meu banho é autoexame vexatório
penso no dia a dia da felicidade mofina
e se o autoexílio é escolha do livre-arbítrio
ou imposição política.

07/05/2018
22:19.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Intervenção in Rio

Intervenção in Rio... (editando)

O Rio é uma cidade cercada por favelas. Ou seria uma favela cercada por cidade? Ontem num evento sobre isso ouvi estes argumentos e questionamentos. Tenho as gravações, para quem quiser ouvir.

 "O problema da intervenção militar é que ela sozinha não basta: é necessário haver "intervenção", choque de cultura, saúde, educação, saneamento..." não adianta o livre-acesso ser garantido ( o que também é discutível, pois apenas quando há confronto que estes serviços não funcionam ou funcionam precariamente). E os confrontos são ou entre facções que lutam pelo controle das drogas ou nas incursões policiais - o que muitas vezes é algo atrelado -, se as escolas e hospitais e locais de lazer forem dilapidados, ou se mantiverem como recém-historicamente o são.

 Quer dizer, por que há dinheiro para as forças armadas ou mesmo para a seg. pública e não para as demais áreas? Por que os professores de escolas públicas precisam comprar os próprios "pilots" e fazer mutirão para consertar ou manter as escolas em áreas menos favorecidas, e os hospitais públicos mal têm dinheiro para comprar papel para a receita médica?

Todos sabemos que o que não dá pra correlacionar diretamente é violência= pobreza=bandidos= drogas= favela. A fórmula simplista faz isso.

 Questiona-se: de que adiantou, por exemplo, os ~ 400 milhões gastos no teleférico do Alemão, construído nos consórcio odebretchianos, que tinha intuito de levar pessoas às partes altas da favela com maior velocidade, se metade deste orçamento foi desviado por Cabral e cia e o teleférico está parado faz 1,5 ano? De que adiantou a construção de 37 UPPs se os dados da violência já retomaram aos padrões pré-UPPs? De que adiantam 40 mil Policiais Miliares (PMs) sem salários em dia, assim como centenas de milhares de professores e demais funcionários públicos do Estado (ainda hoje não receberam o 13º mesmo com o aporte do Santander)? Ok, o Rio atravessa a sua pior crise econômica da história, e o Pezão foi à Brasília negociar empréstimo. Mas por que então tanta demora para a liberação de verba e quando ela vem é inicialmente para a seg. pública apenas? A segurança pública é basilar. Certo. Porém, quem consome as drogas? Quem leva as balas perdidas dos confrontos? Quem é esculachado acordado à tapa com a casa invadida por mandado coletivo de prisão ou busca? Quem é conivente? Quem é honesto? Quem é assassino?

Ontem, para encerrar o debate para mim, um menino de 23 anos foi morto por PMs após sair da culto da igreja por não ter obedecido ao sinal da PM para parar numa blitz forjada. Segundo relato, ele estava de moto levando a namorada para casa e não ouviu os comandos dos PMs. Trabalhava na Fundação Oswaldo Cruz. A pergunta que fica é: é possível confiar em um batalhão de PM como o 41º? Nele, só um PM é suspeito de 56 mortes (autos de resistência. Dá até medo postar isso aqui). Em um ano são 60 mil mortos no Braszil por armas de fogo. Em 10 anos, 540 mil (!). A população carcerária aumentou ainda mais e passou a da Rússia, agora com mais de 700 mortes de internos. A maior parte das vítimas dessas estatísticas são homens jovens ( 18 a 29 anos) negros (79%, no caso das mortes) e periféricos. No Rio o número oscila entre 700 (melhor ano com ou sem UPP) e quase 2 mil (pior ano, com ou sem UPP) mortes por confronto por arma de fogo por ano.

Dito isso, parte da população das favelas apoia sim a intervenção porque acha que a PM não sabe lidar com a questão. Que o exército age com inteligência e sem os vícios e malfeitos da PM. Dos PMs. É uma medida desesperada mas também interesseira. Recentemente o Congresso liberou a emenda do Temer de 43 bi para reequipar as PMs do Brasil. Com compra de nova frotas e armas e etc. 33 bi serão financiados pelo BNDES. A bancada da bala agradece.

 Daí segue-se que os carros comprados pela PM em licitação única da Ford não têm segurança alguma, pois zeraram o teste do latin NCAP... piada pronta? Ssgurança insegura.

Escrito em: 14/03/2018
Atualizado em: 02/04/2018

Is it a lamp or a fire fly? Poste ou vagalume?

Is it a lamp or a firefly?
Poste ou vagalume?

Acende e apaga a cada um minuto e vinte e cinco segundos por quarenta e cinco segundos.
Um minuto aceso; os segundos apagada.
Turn on and off every one minute and twenty five seconds.
The minute is on; the seconds are off.
Não dá para saber se é um poste ou um vagalume!
You can't say if it's a lamp or a firefly!

Não dá tempo de se aprumar!
As aves não conseguem bem gorjear!
E Tampouco se aplumam,
Pois, não sabem se essa coisa que pisca é um poste ou um vagalume!
You can't get ready into the route!
The birds barely twitt!
And also can't take off
Because we can't say if it is a lamp or a firefly!

The butterfly see that thingmabob and miss their way back home...

A borboleta vê aquele troço e perde o rumo para casa
They miss the moon, the lamp and the firefly!
Elas confundem a Lua, o poste e o vagalume!
OK, a little exaggeratedly because of the blink frequency...
OK, um pouco de exagero pela frequência do pisca-pisca...
But anyway the difference of the sky is tantamount!
Mas de todo modo a diferença para para o céu é gritante!

And you can count to three hundred before you decide if
Is it a lamp or a firefly?!
E pode-se contar até trezentos antes de se decidir se
É um poste ou um vagalume!?
And imagine that I m close to it and I can't decide...
E pense que eu estou próximo a isso e não consigo decidir...


Now rethink of those who are apart, in the middle of the Atlantic ocean, in the oil platforms or fish boats...they may think: is that blinking sphere a lamp or a firefly, a lot of them?!

Agora repense para aqueles que estão longe, no meio do oceano Atlântico, nas platformas de petróleo, ou nos barcos pesqueiros... Eles devem pensar: aquela esfera piscante é um poste ou um vagalume, um enxame deles?!

quinta-feira, 15 de março de 2018

To make the cat happy

To make the cat happy


Cherish with honey
To sweeten life
Heal the wound with çedilla
To heal the pain
Filter with clay
To moisturize a throat

Us
Being alone
Assuming the principle
That everything is nothing more than
Part of the main
Stomach problem

Nervous-space
Side-real
Tucked into the heart
In vacuum under pressure
Interiorize the pain and express
Love
Sublime
Tender
How to sound
(how to summarize and realize, as always happens)
To settle down the pain.

Quem sou eu (em agosto de 2012, pois quem se define se limita, dizem)

Minha foto
Mais preocupado com a criatura do que com o criador. Existem perguntas muito complicadas. Existem respostas muito complicadas. Existem pessoas que não são complicadas. Existem pessoas que tentam complicar. Eu sou aquela que procura entender; complicando un peu primeiro para poder descomplicar. Quero dizer: se eu entender o problema de forma completa, poderei encontrar a solução mais correta, eu acho. Um sonhador, dizem. Mas não creio apenas em sonhos. Gosto mesmo é da realidade, empírica ou não. Gosto de estudar sociologia e biologia. Sou acima de tudo, e pretensamente, um filósofo, no sentido mais preciso da palavra: o sentido do amor a sabedoria, ao saber. Mas a vida é para ser levada com riso e seriedade. Sabendo-se separar uma coisa da outra, encontraremos nosso mundo, nosso lugar, nossa alegria. Nossa Vida, com letra maiúscula! "o infinito é meu teto, a poesia é minha pátria e o amor a minha religião." Eu. Um ídolo: Josué de Castro; um livro: A Brincadeira (Milan Kundera) ; um ideal: a vida.